domingo, 21 de novembro de 2010

'God Save the Queen'

Todo mundo tem o direito de sonhar, sonhar alto e sem os pés no chão. Basta você acreditar, se empenhar para que aquilo se torne realidade, abrir as portas, seguir caminhos que vão te ajudar a chegar ao seu objetivo. Para muitos, isto é algo fácil, pois vivemos em uma geração medíocre, repleta de adolescentes ridiculamente mimados que não sabem o que é lutar para conseguir algo, pois a vida inteira tiveram tudo de mão beijada dos pais. Eu não tive, nunca vou ter. Mas tenho orgulho disto. Pois TODAS as minhas conquistas serão bem mais dignas, independentes, merecidas, suadas. EU, somente EU, vou saber o quanto me esforcei para realizar aquilo, e esta deve ser uma das melhores sensações do mundo. E isso nenhum dinheiro paga. Sinto pena de quem se limita a uma vida em que os sonhos já são realidade. Afinal, precisamos de sonhos para chegar a algum lugar.
Hoje eu posso erguer minha cabeça, mesmo que com um olhar marejado de lágrimas, bater no peito e falar: ''Eu vou conhecer minha Londres, custe o que custar, seja quando for. Eu vou realizar este sonho. Eu vou lutar por esta conquista." Acho que todos nós temos que pensar assim. Lute pelos seus sonhos, lute pelos seus objetivos, lute para pertencer dignamente ao lugar que você ama. Seja aqui, em outra cidade, em Tóquio, na Austrália, na Itália, ou até mesmo em uma favela. Pois como uma música do McFly diz ''Home is where the heart is'' (Casa é onde o coração está). Vá atrás do lugar onde sua felicidade está.

Onde teu coração está. Eu já estou atrás do meu, e você?


''Believe, it's somewhere. It's easy to find.'' (Sunny side of the street – McFLY)

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Não dessa vez.

E mesmo que eu me arrependa, eu não irei atrás, não dessa vez, não mais uma vez. Espero que realmente, você possa entender meu lado, não é raiva, e nem decepção, nem eu mesma, sei o que estou sentindo, só entenda, que não posso voltar a ser como antes, não agora, não dessa vez.

Estou sentindo uma falta mortal de ti, sinto falta das nossas risadas, dos nossos abraços, das nossas brincadeiras, sinto falta de como eu sou quando estou com você, mas não posso querer concertar nada agora, não agora, não dessa vez.
Você sabe o quanto te amo, e sempre vou te amar, sabe que eu faria de tudo por você, e eu digo sem medo algum, eu te amo sim, mas não posso ir atrás de ti, não dessa vez, isso não é orgulho, e nem birra, apenas não posso matar meus sentimentos, mesmo nem sabendo que sentimento é esse, mas não posso mata-lo, não agora, não dessa vez.
E mais uma vez, irei dormir com essa dor no coração, talvez eu esteja te perdendo, mas não posso ir atrás de ti, não agora, não dessa vez.
Espero que me entenda, pois eu não me entendo, não dessa vez.

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Estou cansada da minha rotina. Cansada de todos os dias ver as mesmas pessoas, fazer as mesmas coisas, não fazer nada. Cansada de ficar esperando pra falar com você por apenas alguns minutos. Ando cansada de estar cansada. Ando cansada de reclamar. Sinto-me sozinha às vezes. Sinto que ninguém se importa, de verdade. Talvez nem eu me importe, de verdade. Ando cansada de estudar, e eu mal voltei das férias. Ando cansada de ficar em casa. Ando cansada de tudo mesmo. Só me vejo reclamando. Ando cansada de querer parecer algo que não sou. Ando cansada de ser eu mesma. Já tive vontade de viver a vida de outra pessoa. Já tive vontade de viver intensamente. Por que essas coisas realmente não acontecem comigo? Queria viver como em um filme, queria poder morar em Londres e vestir o que eu quero. Queria poder ter todo o dinheiro suficiente pra comprar as roupas que eu quero. Queria poder viajar mais. Queria poder ficar mais com os meus amigos.Os verdadeiros amigos. Ando vendo eles tão pouco. Tenho ficado meio irritada. Tenho pensado muito no amor. Em como eu cansei do amor, tem sido sempre a mesma coisa. Por que alguém sempre sai machucado? Ando fazendo muitas perguntas. Acho que estou confusa. Só acho. Acho que preciso de férias. Acho que eu merecia uma viagem. Outra viagem. Acho que eu merecia me mudar. Mudar de bairro, cidade, estado, Melhor. Mudar de país. Acho que eu podia fazer um intercâmbio. Pra sentir saudades um pouco da minha rotina. Queria poder viver outra vida. É. Eu quero viver outra vida a minha anda parada. Às vezes nem anda. Por que eu preciso estudar? Não ficarei mais feliz se passar no vestibular. Só vou ficar feliz porque meus pais vão ficar felizes se eu passar. Às vezes queria ser criança. Voltar a brincar de casinha. Às vezes queria ser adulta. Ter minha própria casa, Ter uma família. Queria também poder ser rica, ou então poder ser um pouco mais velha, 3 anos era o suficiente. Pra poder fazer o que eu quero. Queria fazer um pouco mais do que eu quero. Queria poder viver intensamente. Queria ser querida por todos. Queria me envolver em uma briga de verdade. Queria beber muito, até cair, de novo, e de novo. Queria poder ir as melhores festas. Queria poder comprar todas as roupas que eu gostar. Queria achar roupas que eu realmente gosto. País de merda. Queria que as pessoas parassem de gostar das coisas por estarem na moda. Queria que cada um tivesse seu próprio gosto. Queria que você estivesse ao meu lado novamente. Queria pular de uma ponte. Queria que essas meninas acordassem um pouco, parasse de gostar das minhas bandas, dos meus artistas, dos meus filmes, dos meus paqueras,das minhas roupas,das minhas músicas. Queria que parassem de se importar um pouco com o que eu faço ou deixo de fazer. Com quem eu beijo ou deixo de beijar. Ao mesmo tempo queria chamar um pouco mais de atenção. Queria que me notassem um pouco. Que alguém realmente fosse ler até aqui. Queria parar de ser tão ciumenta, tão possessiva, tão preguiçosa, tão egoísta, queria não estar apaixonar tão fácil, queria ter uma personalidade mais forte. Queria parar de me contradizer agora, parar de ser indecisa. Queria mais amigos, amigos de verdade. Queria ver neve. Andar na neve, tomar chocolate quente e ficar embaixo das cobertas com um urso de pelúcia assistindo a um romance. Queria mais sorrisos, menos falsidade, queria poder até eu parar de comentar sobre os outros, queria mais festas, mais diversão, menos estudo, mais amor, menos corações partidos, mais estilo próprio, mais amor próprio, menos inveja, menos modinhas, queria viver mais, ser mais feliz, sempre mais, ah, como eu queria. 

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

As coisas não estão fazendo tanto sentido ultimamente, não vejo motivos em abrir os olhos ao nascer do sol, será sempre a mesma rotina, a rotina monótona de sempre. Tento sobreviver, mas os dias parecem intermináveis, não sei qual o sentido de ainda viver, de ainda continuar neste mundo. Meu melhor amigo é a cafeína. Ligo o radio, e o que eu apenas ouço são ruídos, constantes ruídos que entram nos meus ouvidos perdendo-se em minha mente vaga e distante. Sinto-me completamente perdida e vazia. Encontro-me prensada a uma vida que não quero viver. Estou presa a um mundo tão frio, quando o meu corpo , fraco e sensível.  Queria fugir, me ver longe, deste lugar a qual eu não pertenço. Estou cansada e com medo, medo do mundo ao qual está ao meu redor.  Todos têm um limite, e eu cheguei ao meu, de todas as formas possíveis. Não sei o que está acontecendo, mas minha vida está assim, estou assim por dentro, vazia, perdida, sozinha, destruída. E não sei, como nem dá onde vem, só sei, que este sentimento persiste em seguir, semana após semana, me reviro entre os lençóis suo frio enquanto pensamentos horríveis me passam pela cabeça, as piores coisas que podem acontecer, extinguindo o que poderia ser alegria. Tudo isto vem acompanhado de uma terrível sensação de nostalgia melancólica. Desculpe-me, não o posso mais.

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Bem, eu nem sei direito como começar, ou o que realmente dizer... Mas tentarei, sempre ouvi dizer que faz bem desabafar, e colocar tudo pra fora. E é isto que estou a fazer, antes que isso acabe comigo de vez. Eu não sei ao certo o que aconteceu, mas sei que faz um tempo, que nasceu um sentimento, um sentimento que só cresce a cada dia. Querer expor este sentimento para ti não é nada fácil, acredite, tenho todos os empecilhos do mundo... Por isto estou aqui... Todas as coisas que já fiz, foram para lhe agradar, todas. É isso que eu quero te ver feliz, já que não o posso fazer. E é, por este motivo que não me permito sentir algo mais por você, me machucaria muito, lhe ver chorando, ou chateado, por minha causa.
Pessoas, tão iguais em suas individualidades e tão diferentes em sua totalidade. Algumas delas nos fazem sorrir, outras nos fazem chorar, algumas delas, pensar, outras nos trazem calmaria, como outras nos deixam enciumados. E algumas delas, conseguem nos proporcionar a união de todas essas emoções. Com sua simples presença, conseguem nos fazer sentir coisas loucas, inimagináveis. Algumas pessoas nos fazem amar. É, amar. Querer estar perto, cuidar, zelar pelo bem estar. Vivo a me perguntar como pode ter tomado meu coração com tamanha facilidade, com tamanha rapidez. Pergunto-me também, como é possível me fazer tão bem. Parece até um sonho e, se realmente for, não quero acordar jamais dele. Quero viver esse sonho por toda minha vida. Esse sentimento que mora não só em meu peito, mas em minha cabeça e em todo meu corpo. Jamais imaginei que amaria tão pura e verdadeiramente alguém. Quer dizer, até cheguei imaginar, mas não imaginei que seria tão intenso e que essa pessoa seria você. Faz muito tempo que nos conhecemos, Thomaz, querido. Sabe bem quem sou. Sei que é confuso. Mas espero que me entendas, querido. E que, por favor, anote essas palavras em sua mente, tatue-as em seu coração. Quero que as guarde contigo, e tenhas em mente que eu nunca, jamais, deixarei de estar ao seu lado, esteja você casado ou não, apaixonado ou não, feliz ou não.

Eu disse que não era nada de mais. Foi só um desabafo, mas. Fiz isto para você.

sábado, 2 de outubro de 2010

Minha Londres, não há ninguém que te ame mais do que eu, não há ninguém que te deseje mais que eu, não há ninguém que te venere mais que eu.  Não existe amor igual ao que eu sinto por ti Londres.

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Certa vez peguei-me pensando em que rumo minha vida havia tomado, nas varias mudanças. Eu cresci, deixei figurinhas e bonecas de lado, não tenho mais coleção de ursos, e se quer, gosto tanto de doces como antes, brincar na chuva, não é mais uma cosia que em faz brilhar os olhos, e ficar o dia inteiro em uma rua toda suja, me dá nervoso, aprendi que nem sempre podemos ganhar, aprendi que as pessoas não irão mais gostar de mim, só porque sou bonitinha e fofinha, aprendi que tenho que fazer coisas para agradá-la, aprendi que certo tipos de musicas são horríveis, e que alguns que julgava chatas são incríveis, aprendi que livros de verdade não são histórias em quadrinho, ou livrinho que tem apenas algumas palavras e são cheios de imagens, e sim coisas com histórias as vezes quase reais e emocionante que te tocam de uma maneira profunda e contagiosa, mas que as vezes lhe mete medo, aprendi que não devo ser amiga de pessoas que me fazem mal, por mais que eu as ame, aprendi que nem tudo na vida é como eu quero, e se eu quiser algo, tenho lutar muito, e trabalhar, e cansar muito para consegui-la, aprendi que nem sempre terei os meus pais por perto, e que como todo ser humano eu erro as vezes, mas que tenho que assumir meus erros, aprendi que todo pai tem o seu filho preferido, e que por mais que nos machuque saber disso, não podemos mudar, aprendi que comparações são horríveis, temos que nos aceitar do jeito que somos, mesmo que isso não seja o que os outros querem, pelo menos, você ainda será você mesmo.


Mas, ainda estou pensado, se gostei ou não de todas essas mudanças, e todo este aprendizado.